Saúde mental e tecnologia: soluções não humanas são introdução

Por Zen App

Tempo de leitura: 2 minutos

Pode parecer que não, mas para muitas pessoas psicoterapia ainda é algo para “gente doida”. O tabu já foi maior, não há como negar. Só para ilustrar, em 2016 o instituto Market Analysis levantou que apenas 2% dos brasileiros moradores dos principais centros urbanos faziam terapia. Em 2021, outra pesquisa, dessa vez do Instituto FSB, mostrou que houve um aumento no número de pessoas cuidando da saúde mental. 

Agora, 10% dos brasileiros se consultam regularmente com psicólogos. 

Apesar da boa crescente, é importante lembrar que houve uma pandemia entre as duas pesquisas. E, consequentemente, um agravante na saúde mental da população de modo geral – com aumento, por exemplo, da ansiedade (53%) e da insônia (41%)*. E, apesar desse novo cenário geral, as consultas têm um público bem específico: 

  • Jovens
  • Mulheres

Para os 90% dos brasileiros restantes, dois motivos são as principais justificativas para não cuidar da saúde mental: o tabu e a falta de acesso. 

Em ambos os casos, a junção de saúde mental e tecnologia pode ajudar

De acordo com uma reportagem publicada recentemente no jornal O Tempo, é crescente o número de pessoas que têm usado o ChatGPT para desabafar e pedir conselhos. Num dos trechos do texto, há uma citação de um internauta que diz: 

“Longe de mim dizer uma coisa dessas, mas acho que o ChatGPT já é um psicólogo melhor do que 80% dos profissionais que tem no mercado hoje”

Quando falamos de soluções não humanas para saúde mental, a inteligência artificial que há pouco chegou no mercado não é o melhor exemplo do que fazer. Mas, mostra como as pessoas estão abertas a “conversar” com a máquina muito mais do que encarar o olhar de outra pessoa.

Isso acontece por medo de julgamentos e também pela comodidade. 

Neste sentido, existe um outro lado da tecnologia que pode servir como um conforto imediato e também ajudar ao oferecer autoconhecimento suficiente para que a ideia inicial de que terapia é para loucos caia por terra. 

Como trabalhar soluções não humanas de saúde mental

No Zen App, por exemplo, os conteúdos são pensados para acolher desde pessoas que sofrem com sintomas da ansiedade e da depressão até quem simplesmente quer começar o dia com uma dose de autocuidado. Para que isso seja possível, além das meditações e técnicas de respiração, o aplicativo também tem conteúdos informativos sobre saúde mental apresentados por profissionais da área. 

Apresentado pela Dra. Juliana Danelon, o programa Desmistificando a Ansiedade é um bom exemplo. Em resumo, a psicóloga explica em detalhes e de maneira simples de entender o que é a ansiedade. Do sentimento até o transtorno. Além disso, ensina exercícios que ajudam a controlar crises e informa sobre como detectar que chegou o momento de pedir ajuda.  

+ Pranayama contra a ansiedade: respirações para momento de estresse

Além do Zen, outra solução não humana são os aplicativos que oferecem atendimento online. Já que apesar do profissional do outro lado, o paciente estará no conforto de sua casa conversando através de uma tela – o que tende a ser mais familiar e aceitável num primeiro momento. 

A conclusão é que se você quer incentivar o cuidado com a saúde mental de algum amigo, familiar ou da sua equipe de trabalho, fazer isso por meio da tecnologia e do uso do celular pode trazer uma maior aceitação inicial. 

Se precisar de ajuda nessa tarefa, conte com o time do Zen para te auxiliar 🙂 

 * Dados também da pesquisa do Instituto FSB

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